terça-feira, 15 de dezembro de 2009
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Um brinde à felicidade
Uma pesquisa norueguesa mostra que o consumo moderado de álcool pode evitar a depressão
Naiara Magalhães
Os benefícios do consumo moderado de álcool para a saúde do coração, o controle do stress e, enfim, para uma vida mais longeva vêm sendo repetidos à exaustão desde a década de 70. À lista das benesses oferecidas por alguns goles de vinho no almoço ou uma dose de uísque depois de um dia exaustivo de trabalho, pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia da Noruega acabam de incluir um novo item: a incidência de depressão é menor entre homens e mulheres que bebem com parcimônia. Publicado na revista científica Addiction, o trabalho avaliou os hábitos alcoólicos de 38 000 pessoas durante duas semanas. Em seguida, fez-se o cruzamento dessas informações com a incidência de sintomas depressivos naquele mesmo grupo de pessoas. A conclusão foi que a probabilidade de alguém que nunca bebe nada sofrer de depressão é 50% maior do que a de alguém que bebe com moderação.
As investigações sobre os benefícios da bebida para a saúde da mente são raríssimas – ao contrário dos estudos sobre os efeitos deletérios do uso abusivo de álcool. Já está bem documentado que, consumido em excesso, o álcool reduz as taxas cerebrais de dopamina, o neurotransmissor associado à sensação de prazer – o que propicia a depressão. Do ponto de vista fisiológico, não se encontrou nada que explique por que o uso comedido de bebida reduz os riscos de depressão. Para os especialistas, essa relação só pode ser analisada sob o aspecto comportamental. Os chamados bebedores moderados têm um estilo de vida que os protege contra a doença. Em geral, eles tomam umas e (poucas) outras entre amigos e familiares. Ou seja, dispõem de uma rede de relações pessoais próximas e se organizam em atividades sociais para as quais a bebida funciona como elemento agregador – tudo isso, é claro, ajuda a manter a depressão longe. "Alguns estudos já demonstraram que os abstêmios experimentam algum tipo de exclusão social", disse, em entrevista ao site Science Daily, o neurocientista Eystein Stordal, um dos autores da pesquisa norueguesa. Além disso, os parcimoniosos do copo não usam o álcool como muleta para suas inseguranças, ansiedades e frustrações, ao contrário dos bebedores de risco e dos alcoólatras. Diz a psiquiatra Camila Magalhães Silveira, do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool, em São Paulo: "Os bebedores moderados não cometem excessos e não acumulam prejuízos que poderiam favorecer a depressão, como a deterioração das relações familiares e a perda do emprego".
Em pequenas quantidades, a bebida pode promover uma desinibição prazerosa. O álcool estimula a ação do Gaba, neurotransmissor inibidor do sistema nervoso central. É isso que causa aquela sensação de relaxamento que faz o mundo ficar mais divertido. É a explicação fisiológica para a tirada clássica do crítico e editor americano George Jean Nathan: "Bebo para tornar as pessoas mais interessantes". Só um ponto permanece obscuro nessa história: onde os pesquisadores encontraram noruegueses que bebem moderadamente?
Naiara Magalhães
Os benefícios do consumo moderado de álcool para a saúde do coração, o controle do stress e, enfim, para uma vida mais longeva vêm sendo repetidos à exaustão desde a década de 70. À lista das benesses oferecidas por alguns goles de vinho no almoço ou uma dose de uísque depois de um dia exaustivo de trabalho, pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia da Noruega acabam de incluir um novo item: a incidência de depressão é menor entre homens e mulheres que bebem com parcimônia. Publicado na revista científica Addiction, o trabalho avaliou os hábitos alcoólicos de 38 000 pessoas durante duas semanas. Em seguida, fez-se o cruzamento dessas informações com a incidência de sintomas depressivos naquele mesmo grupo de pessoas. A conclusão foi que a probabilidade de alguém que nunca bebe nada sofrer de depressão é 50% maior do que a de alguém que bebe com moderação. As investigações sobre os benefícios da bebida para a saúde da mente são raríssimas – ao contrário dos estudos sobre os efeitos deletérios do uso abusivo de álcool. Já está bem documentado que, consumido em excesso, o álcool reduz as taxas cerebrais de dopamina, o neurotransmissor associado à sensação de prazer – o que propicia a depressão. Do ponto de vista fisiológico, não se encontrou nada que explique por que o uso comedido de bebida reduz os riscos de depressão. Para os especialistas, essa relação só pode ser analisada sob o aspecto comportamental. Os chamados bebedores moderados têm um estilo de vida que os protege contra a doença. Em geral, eles tomam umas e (poucas) outras entre amigos e familiares. Ou seja, dispõem de uma rede de relações pessoais próximas e se organizam em atividades sociais para as quais a bebida funciona como elemento agregador – tudo isso, é claro, ajuda a manter a depressão longe. "Alguns estudos já demonstraram que os abstêmios experimentam algum tipo de exclusão social", disse, em entrevista ao site Science Daily, o neurocientista Eystein Stordal, um dos autores da pesquisa norueguesa. Além disso, os parcimoniosos do copo não usam o álcool como muleta para suas inseguranças, ansiedades e frustrações, ao contrário dos bebedores de risco e dos alcoólatras. Diz a psiquiatra Camila Magalhães Silveira, do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool, em São Paulo: "Os bebedores moderados não cometem excessos e não acumulam prejuízos que poderiam favorecer a depressão, como a deterioração das relações familiares e a perda do emprego".
Em pequenas quantidades, a bebida pode promover uma desinibição prazerosa. O álcool estimula a ação do Gaba, neurotransmissor inibidor do sistema nervoso central. É isso que causa aquela sensação de relaxamento que faz o mundo ficar mais divertido. É a explicação fisiológica para a tirada clássica do crítico e editor americano George Jean Nathan: "Bebo para tornar as pessoas mais interessantes". Só um ponto permanece obscuro nessa história: onde os pesquisadores encontraram noruegueses que bebem moderadamente?
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Não é para beber, é para umedecer
Umidificador ajuda a manter a pele menos ressecada e pode ser ligado diretamente no computador
Parece uma lata de cerveja importada, mas o lançamento da empresa Green-House é de fato um umidificador, que basta ser conectado diretamente numa entrada USB do computador para deixar a atmosfera mais agradável e garantir uma pele menos ressecada.
A proposta da empresa é garantir um ambiente mais “hidratado” para quem passa horas no computador, mas com o bom humor que tem acompanhado os últimos lançamentos em pen drives, como o aromatizador.
Para que o aparelho funcione, é preciso colocar o filtro que acompanha o gadget e encher a lata com água, antes de ligar no computador. O único cuidado é avisar outras pessoas da casa para não jogar a lata fora, achando que é lixo reciclável. O aparelho está à venda online por R$ 110. (Por Época NEGÓCIOS Online)
Parece uma lata de cerveja importada, mas o lançamento da empresa Green-House é de fato um umidificador, que basta ser conectado diretamente numa entrada USB do computador para deixar a atmosfera mais agradável e garantir uma pele menos ressecada. A proposta da empresa é garantir um ambiente mais “hidratado” para quem passa horas no computador, mas com o bom humor que tem acompanhado os últimos lançamentos em pen drives, como o aromatizador.
Para que o aparelho funcione, é preciso colocar o filtro que acompanha o gadget e encher a lata com água, antes de ligar no computador. O único cuidado é avisar outras pessoas da casa para não jogar a lata fora, achando que é lixo reciclável. O aparelho está à venda online por R$ 110. (Por Época NEGÓCIOS Online)
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Cerveja mais cara do mundo custa quase R$ 2 mil
Quanto você pagaria por uma cervejinha no final de semana? A empresa belga Caulier aposta que as pessoas pagariam muito. Eles fabricam a cerveja mais cara do mundo. Uma garrafa da bebida batizada de Vieille Bon Secours pode custar até 700 libras nos restaurantes, o que equivale a quase R$ 2 mil.
Segundo o jornal Telegraph, o preço não é por uma latinha qualquer. A garrafa da cerveja tem 12 litros da bebida, que tem no sabor traços cítricos e de caramelo, com teor alcoólico de 8%.
Poucos restaurantes terão a cerveja em seu cardápio e a companhia deve estrear o serviço de vendas online ainda este ano. A bebida estará disponível em três versões: clara, escura e “avermelhada”, que é uma versão de cerveja mais parecida com os clássicos ingleses. (Época)
Segundo o jornal Telegraph, o preço não é por uma latinha qualquer. A garrafa da cerveja tem 12 litros da bebida, que tem no sabor traços cítricos e de caramelo, com teor alcoólico de 8%.
Poucos restaurantes terão a cerveja em seu cardápio e a companhia deve estrear o serviço de vendas online ainda este ano. A bebida estará disponível em três versões: clara, escura e “avermelhada”, que é uma versão de cerveja mais parecida com os clássicos ingleses. (Época)
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Com apagão, boêmios recorrem a bares e botecos
OTÁVIO PINHEIRO
colaboração para a Folha Online
Casas apagadas, metrôs fechados, trânsito caótico, ponto de ônibus lotado. Nenhum desses problemas afugentou os boêmios dos bares de São Paulo --pelo contrário. Muitas pessoas aproveitaram o apagão em São Paulo e se aconchegaram nos botecos para esperar a luz voltar.
Para o ator André Jurado, o fato de a avenida Paulista estar engarrafada serviu como ótima desculpa para ele estacionar e beber uma cerveja.
colaboração para a Folha Online
Casas apagadas, metrôs fechados, trânsito caótico, ponto de ônibus lotado. Nenhum desses problemas afugentou os boêmios dos bares de São Paulo --pelo contrário. Muitas pessoas aproveitaram o apagão em São Paulo e se aconchegaram nos botecos para esperar a luz voltar.
Para o ator André Jurado, o fato de a avenida Paulista estar engarrafada serviu como ótima desculpa para ele estacionar e beber uma cerveja.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Uma viagem por Garibaldi, a cidade do espumante
A Serra Gaúcha já tem seu lugar no mapa mundial do vinho como referência na produção de espumantes. Os champanhes que conquistam prêmios mundo afora saem de dezenas de vinícolas em diferentes municípios da região. Veja aqui a matéria completa.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Festa do Magrão !
No último sábado, dia 03, Magrão comemorou seus primeiros 50 anos de vida em grande estilo, com a presença de amigos e frequentadores históricos. Não era a festa do chapéu, apenas uma singela homenagem do nosso anfitrião.
E não é que, mais uma vez, Mauro apareceu mais que o aniversariante?
Fotos by M&M (Mauro & Mário)









































E não é que, mais uma vez, Mauro apareceu mais que o aniversariante?
Fotos by M&M (Mauro & Mário)









































sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Bicicleta-bar faz sucesso na Alemanha
Empresa criou a Das PartyBike, bicicleta adaptada em bar. Sistema de som potente, karaokê e um barril de chopp garantem a diversão.
Já pensou dar uma festa e, ao mesmo tempo, passear de bicicleta com os convidados? Pode parecer estranho, mas desde que uma empresa alemã criou a Das PartyBike, bicicleta onde as pessoas ficam em volta de um bar, a ideia tornou-se possível.
A bicicleta-bar transporta até 16 festeiros, mais o motorista. Sistema de som potente, karaokê e um barril de chopp garantem a diversão. O aluguel do veículo sai por R$ 720. A Das PartyBike está disponível na Alemanha e na Holanda.
Já pensou dar uma festa e, ao mesmo tempo, passear de bicicleta com os convidados? Pode parecer estranho, mas desde que uma empresa alemã criou a Das PartyBike, bicicleta onde as pessoas ficam em volta de um bar, a ideia tornou-se possível. A bicicleta-bar transporta até 16 festeiros, mais o motorista. Sistema de som potente, karaokê e um barril de chopp garantem a diversão. O aluguel do veículo sai por R$ 720. A Das PartyBike está disponível na Alemanha e na Holanda.
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